*Apelidar,
*Ameaçar,
*Agredir,
*Hostilizar,
*Ofender,
*Humilhar,
*Discriminar,
*Excluir,
*Isolar,
*Intimidar,
*Perseguir,
*Assediar,
*Furtar,
O que fazer?
Normalmente, a identificação precoce do bullying nas escolas e o trabalho de informação e conscientização entre os professores, pais e alunos são suficientes para se lidar com o problema. Entretanto, quadros graves de bullying podem estar diretamente ligados a transtornos comportamentais graves, como o desafiador opositivo, o de conduta, o de déficit de atenção/hiperatividade, à fobia escolar. Nesses casos, a avaliação psiquiátrica é indicada, e essas condições podem ser tratadas.
A identificação precoce do bullying nas escolas possibilita uma intervenção terapêutica a fim de se evitarem prejuízos acadêmicos e no relacionamento social dos alunos envolvidos. A instituição de ensino deve passar uma mensagem clara a todos os estudantes de que é errado, inaceitável, e que consequências serão tomadas em caso de ocorrência.
Programas antibullying devem ser criados de forma sistematizada e continuada nas escolas, objetivando a orientação aos pais, professores e alunos para o desenvolvimento de estratégias a fim de lidar com o problema e promover a criação de medidas de controle desse comportamento.
Essas estratégias antibullying visam tornar o ambiente escolar um local saudável positivo, promovendo a aprendizagem, reforçando conceitos éticos, de respeito, e estimulando uma cultura pacifista.
(Manual dos Transtornos Escolares- Dr. Gustavo Teixeira)
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